Cristiane Tavares

Tema

MedoseFobias

Do medo específico (de dentista, de voar, de agulha) ao medo da própria hipnose — e por que nenhum dos dois precisa travar sua vida.

Você se reconhece em algum destes pontos?

  • ·Reação física intensa diante de uma situação específica (aperto no peito, taquicardia, sudorese)
  • ·Evitar completamente situações, lugares ou procedimentos por medo
  • ·Medo que a pessoa reconhece como desproporcional, mas não consegue controlar
  • ·Medo da própria hipnose — receio de 'perder o controle' durante o processo

Medos específicos — de dentista, de agulha, de voar, de falar em público — são mais comuns do que se imagina, e raramente respondem à lógica ('eu sei que não faz sentido, mas não consigo'). Isso acontece porque o medo mora numa camada automática, não-racional da mente, e é exatamente aí que a hipnose atua: ajudando a pessoa a se sentir segura, calma e presente diante daquilo que antes disparava o alarme.

Há também um medo mais específico, e comum: o medo da própria hipnose. A ideia de 'perder o controle' afasta muita gente que poderia se beneficiar do processo. Mas hipnose não é sono, não é apagão e ninguém 'manda' em você — é o mesmo estado de foco que você já viveu ao dirigir um caminho conhecido sem perceber o trajeto. Na hipnose clínica, nada acontece sem a sua permissão: você ouve, percebe e escolhe o tempo todo.

Se o que te afasta é o medo do procedimento em si, talvez o medo não seja da hipnose — e sim do que você pode descobrir sobre si mesmo.

Cristiane fala sobre o medo da hipnose

Por que 'medo de perder o controle' é a dúvida mais comum sobre hipnose — e o que realmente acontece numa sessão.

Um caso real: medo de dentista

Um exemplo concreto de como a hipnose ajuda a tratar um medo específico — neste caso, o medo da cadeira odontológica.

Todo atendimento começa por uma Análise Avaliativa gratuita — Online ou Presencial em Alto Paraíso de Goiás — para entender se e como este tema se encaixa no seu protocolo.

Agendar Análise Avaliativa